Como diz a Tânia Carvalhal, em Literatura Comparada não se compara por comparar, ou seja, não é o método pelo método, há sempre finalidades e intenções. O método é apenas um caminho que se escolhe para conduzir um estudo, para orientar alguma descoberta, conduzir a uma conclusão ou mesmo contribuir com a ampliação de algum conhecimento que não se tinha antes de percorrer o caminho. Assim como nas práticas rotineiras de comparação, nós comparamos com alguma finalidade, o mesmo ocorre com os estudos comparatistas que sempre partem de alguma(s) hipótese(s) sobre os fenômenos que irá analisar.

Comparar constrói saberes. No caso da Literatura Comparada, ela tem como objetivo colocar obras, culturas, autores, tempos, conceitos e áreas em diálogo. Ao colocar tudo isso em contato e em análise, tomamos conhecimento da riqueza e da troca cultural que há em toda produção humana.

Atualmente o escopo da Literatura Comparada ampliou-se. Ela pode tanto comparar duas literaturas quanto comparar a literatura com outras linguagens. A comparação também não se reduz necessariamente a dois objetos de análise.

Sugiro visita ao site da ABRALIC para ver como os estudos comparatistas estão sendo feitos atualmente. Eis o site: http://www.abralic.org.br/

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