Um infinito amor nas nuvens do Infinito [Soneto Alexandrino]

Ofereço este singelo fruto da minha inspiração,

à querida amiga, poeta e escritora Marcia Portella,

pela leitura que faz da minha alma, através dos meus poemas.

Um infinito amor nas nuvens do Infinito

Nas brumas da saudade há beijo apunhalado,

viés de amor perdido em luz-paixão fecunda.

Revivo na lembrança o olhar que afoito inunda

de verve entusiasmante a flor desse pecado.

O céu transborda em cor e abriga o sonho amado,

que em mar interstellar formoso se aprofunda.

No palco sem festim de história moribunda

atesto em pranto d’ouro o fausto do passado.

Dilúvio no jardim – ah! vida mentirosa!

Silêncio faz morada e assume a cor do cisne

que é negro ao cintilar do Sol em verso e prosa.

Entrego-me à tristeza – há dor em tempo inteiro!

O sofrimento aflora e canta em pranto tisne

a busca entre os lençóis do teu robusto cheiro.

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz

Rio de Janeiro, 26 (17h26) e 30 de abril de 2017 (00h17)

Fundo musical: ♥O Cisne. Saint Saëns♥

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