É bom esclarecer que o vocábulo tradicional não diz respeito à necessidade vazia/arbitrária de conservar algo antigo, estático e/ou inativo solto no tempo e no espaço. Ao contrário, a criatividade humana, tanto no que diz respeito às ciências, às artes, aos saberes tradicionais e às cidades, constitui-se na renovação eterna, com a forçosa permanência do velho. Ignorar o passado é cristalizar o momento presente, retirando-lhe a graça de ser o resultado de um contínuo processo.

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